A Comédia dos Erros
The Comedy Of Errors
Shakespeare, William, 1564-1616.
Em uma sala no palácio do duque. Entram o duque, Egeu, carcereiro, oficiais e séquito.
Egeu É condenado à morte por ter cruzado a fronteira entre as duas cidades rivais
EGEU — Vamos, Solino; apressa a minha queda;
Consola-me saber que hoje põe fim ao meu viver inquieto;
DUQUE — Cala-te, mercador de Siracusa;
DUQUE — quero que nos digas, sem rodeio, por que de tua pátria te afastaste e o motivo de estares em Éfeso.
EGEU — Mais pesada tarefa não podia ser-me imposta do que isso de contar-te minha dor;
Nasci em Siracusa, onde uma esposa soube escolher;
que tornasse mãe de dois belos filhos, de tal modo parecidos; que só se distinguiam pelos nomes.
na mesma hospedaria, uma mulher do povo de igual fardo se livrou ,família pobre ,as crianças os comprei ;
Muito orgulhosa de seus dois pimpolhos, falava diariamente minha esposa em voltar para casa.
A contra gosto embarcamos e naufrágio aconteceu;
De modo que, neste divórcio injusto de nós,
tinha deixado para nós dois iguais
Que prazer em, o que pesar por.
Oh! Nada mais direi;
DUQUE — Adiante, velho! Acaba a tua história
Ageu- foi levada com mais velocidade pelos ventos, tendo sido eles três à nossa vista salvos por pescadores. Finalmente, a bordo nos tomou outro navio.
Meu filho aos dezoito anos tornou-se curiosos, e me importunado;
DUQUE — Mísero Egeu, que destinado foste para experimentar o grau mais alto de uma vida infeliz!
Duque- pede emprestado , fale com amigos, fase a soma, se não iras morrer;
Deixo-o sob tua guarda, carcereiro.
CARCEREIRO — Pois não, milord
Resumindo essa historia as crianças da mãe foi roubada;
A mãe foi para o convento sem ter o que fazer;
E os irmãos, foi uma confusão;
Até esposa os confundiram;
O pai chamou atenção do filho pensado que era o que com ele foi criado;
E o criado gêmeo foi confundido pelo outro sinhozinho;
Todos se descobriram e o erro que não era erro; Trouxe um final feliz!