Blog criado para estudo de língua Portuguesa,Inglês, Literatura e Nutrição e mais algumas curiosidades.
TRABALHOS E PESQUISAS NA ÀREA DA EDUCAÇÃO
GOSTOU FALE PARA OS OUTROS, NÃO GOSTOU FALE PARA MIM.
COMPARTILHE SUA IDEIA, SEI OUVIR E APRECIAR NOVAS SUGESTÕES .
AQUI, É UMA TROCA DE SABERES.
UM LABORATÓRIO DE APRENDIZAGEM.
“Se és capaz de aceitar seus alunos como são, em sua realidade social, humana e cultural; se os leva a superar suas dificuldades, limitações ou fracassos, sem humilhações, sem inúteis frustrações; se os estimulas a emitir opiniões, mesmo se contrárias às suas; se te emocionas com a visão de tantas criaturas que de ti dependem para desabrochar em consciência, criatividade, liberdade e responsabilidade.
Então podes dizer: sou mestre.” (Rui Barbosa)
quinta-feira, 14 de abril de 2011
O que poesia
FORMADA EM LETRAS, Técnica em Nutrição, Amo cuidar de meus filhos e marido, receber pessoas em minha casa, sou proativa, eu detesto mentiras.
Eu tenho muito carinho e amo ensinar os alunos. Sem amor não se educa, e sem amor não se aprende! O amor é a escência da sabedoria.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O PODER DAS PALAVRAS
FORMADA EM LETRAS, Técnica em Nutrição, Amo cuidar de meus filhos e marido, receber pessoas em minha casa, sou proativa, eu detesto mentiras.
Eu tenho muito carinho e amo ensinar os alunos. Sem amor não se educa, e sem amor não se aprende! O amor é a escência da sabedoria.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
o blog oficial do orkut: Selos no orkut! Você consegue todos?
o blog oficial do orkut: Selos no orkut! Você consegue todos?: "Você já deve ter reparado algo novo no orkut. Alguns de seus amigos estão ganhando pequenos ícones na página de perfil deles, e talvez você ..."
FORMADA EM LETRAS, Técnica em Nutrição, Amo cuidar de meus filhos e marido, receber pessoas em minha casa, sou proativa, eu detesto mentiras.
Eu tenho muito carinho e amo ensinar os alunos. Sem amor não se educa, e sem amor não se aprende! O amor é a escência da sabedoria.
domingo, 9 de janeiro de 2011
(Conto) COLOCADOR DE PRONOMES.wmv
FORMADA EM LETRAS, Técnica em Nutrição, Amo cuidar de meus filhos e marido, receber pessoas em minha casa, sou proativa, eu detesto mentiras.
Eu tenho muito carinho e amo ensinar os alunos. Sem amor não se educa, e sem amor não se aprende! O amor é a escência da sabedoria.
sábado, 25 de dezembro de 2010
HISTORIA EM QUADRINHOS COLOCADOR DE PRONOMES( MONTEIRO LOBATO)
FORMADA EM LETRAS, Técnica em Nutrição, Amo cuidar de meus filhos e marido, receber pessoas em minha casa, sou proativa, eu detesto mentiras.
Eu tenho muito carinho e amo ensinar os alunos. Sem amor não se educa, e sem amor não se aprende! O amor é a escência da sabedoria.
Ideias linguisticas- colocador de pronomes
IDEIAS LINGUÍSTICAS PRESENTES EM
O COLOCADOR DE PRONOMES
PALAVRAS-CHAVE: História das ideias linguísticas
Dedico esse texto a toda turma de Letras 4ºsemestre 2010 da turma Anhanguera SJC
e a docente Regina Celli Santana Jardim, sabe tudo na ponta da língua.
Crescerá essa menina [a língua brasileira ou Brasilina], far-se-á moça mulher e
sentar-se-á um dia no trono ora ocupado por sua empertigada e conspícua mãe.
Imperará no Brasil inteiro – não como hoje, ás ocultas e medrosamente, mas ás
claras, de justiça e de direito; e não na língua falada apenas, mas na falada, na
escrita e na erudita. E a velha língua-mãe, que cá vige, mas não viça, abdicará de
vez em favor da filha espúria que hoje renega, e desconhece, e insulta como
corruptora da pureza importada.
Monteiro Lobato
Colocador de Pronomes
Monteiro Lobato apresenta ideias linguísticas bastante inovadoras no texto em questão. Para se perceber o aspecto de modernidade da narrativa, deve-se observar primeiro que O colocador de pronomes foi escrito em 1924, época em que os estudos linguísticos de tendência descritivista estruturalista estavam ainda em processo de formação. No conto, é possível perceber a influência que Lobato teve do pensamento linguístico desenvolvido ao longo de todo o século XIX, época em que os estudos linguísticos foram predominantemente históricos.
Numa passagem do texto, Monteiro Lobato demonstra conhecer de perto as teorias linguísticas dominantes em sua época. Trata-se da cena em que o autor simula um diálogo entre Aldrovando e um seu contestador. É aquele quem fala primeiro:
– A ingresia d'hoje, o declamava, está para a Língua, como o cadáver em putrefação está para o corpo vivo.
E suspirava, condoído dos nossos destinos:
– Povo sem língua!... Não me sorri o futuro de Vera Cruz…
E não lhe objetassem que a língua é organismo vivo e que a temos a evoluir na boca do povo.
– Língua? Chama você língua á garabulha bordalenga que estampam periódicos?
Este voz do contestador, que Aldrovando trata por “você”, não é outro senão a do próprio Lobato.
No suposto diálogo não há um desenvolvimento desta ideia progressista; o discurso é assimétrico neste ponto do texto, com o predomínio do azedume e do purismo de Aldrovando.
Ao longo do texto, porém, Lobato se aproveita das situações embaraçosas da tentativa de militância de Aldrovando para demonstrar onde se pode perceber a evolução na língua portuguesa. O que me parece importante esclarecer na cena dramatizada é que Monteiro Lobato busca opor dois movimentos contrários, duas forças que atuam sobre o fenômeno linguístico: a evolução do idioma, promovida pelo “povo”; e o freio à evolução, defendido pelos Aldrovandos que existem por aí. Uma atitude está voltada para o presente da língua; a outra olha apenas e passivamente para o seu passado.
De acordo com a narrativa criada por Lobato, na sua fase de militância em defesa do vernáculo
convenhamos, um fato inegável é que Aldrovando se mostrou um estratego dos melhores, ainda que suas ideias tenham se perdido na relação dificultosa entre teoria e prática. Após seguidos insucessos, em que escreve ofícios ao Congresso, vira colunista de jornal, abre (vejam só!) um consultório gramatical, para cuidar da “grande enferma” (a língua), Aldrovando resolve, enfim, perambular pelas ruas, procurando “erros” de linguagem, para saná-los, a eles e a seus feitores. Nesta atitude inédita de um heroico gramático ambulante, Lobato cria uma cena bastante significativa para compreendermos a visão aguçada do autor sobre a diferença entre prescrição e descrição gramaticais, em que põe em destaque, de um lado, o papel da criatividade linguística do falante, e de outro a natureza da variação e da mudança linguística no diálogo travado entre Aldrovando e o ferreiro Serafim, de que o destino da língua pertence a seus usuários:
“– Chega de caraminholas, ó barata tonta”! Quem manda aqui, no serviço e na língua, sou eu.
E é ir andando, antes que eu o ferre com um bom par de ferros ingleses! ”
Ao diálogo antológico criado por Lobato entre o filólogo Aldrovando e ferreiro Serafim não há muito o que dizer, sob pena de só lhe tirar, sem nada acrescentar. Apenas fazemos uma ligeira observação, que visa descortinar mais uma faceta da ironia lobatiana, não explícita ao leitor. Note-se que o ferreiro se chama Serafim. Tinha no nome um quê de anjo, cuja raiz lexical é a mesmíssima do adjetivo carinhoso com que o rabugento Aldrovando se dirige ao seu mestre maior da língua lusa: “Ó meu seráfico Frei Luís”. Emendando o sarcasmo lobatiano, poder-se-ia dizer que, aos olhos daquele malsucedido “Agente da Saúde idiomática” devia parecer uma heresia, punível com morte à fogueira, verme abominável da gente de Sodoma e Gomorra, pudesse ter no nome qualquer relação com o cândido mundo habitado pelos anjos.
Concluindo
O colocador de pronomes demarca, de um lado, um momento de amadurecimento das ideias linguísticas de Monteiro Lobato.
A correspondência trocada pelo autor com Godofredo Rangel (em 1903 Godofredo, mudando para
Belenzinho onde alugou um chalé conheceu vários poetas entre eles Monteiro Lobato que logo se correspondiam).
Demonstra que os anos anteriores à redação de Negrinha foram uma época de crise intelectual para o autor. O autor, que buscava a forma adequada de abordar a questão da língua dentro da perspectiva da afirmação do Brasil como nação (do que decorre a abordagem reformadora da língua e da gramática que o autor busca propor com a produção do conto), ao mesmo tempo em que Lobato necessitava elaborar formalmente a sua própria expressão como literato.
Primeira formulação consistente do pensamento linguístico do escritor, a narrativa nos deixa perceber em Lobato um profundo conhecedor da realidade linguística brasileira, com um faro apurado para a compreensão do comum e do diferente nas encruzilhadas da constituição histórica nada lineares entre PE e PB. Obra de um homem para lá de multiface do; moderno, se não modernista; entusiasta do progresso; pensador das grandes questões culturais do país, da educação popular, pondo em primeiro plano a educação literária e linguística.
Significados
Alienígenos - Nascido em outro lugar; Seres de outros planetas.
Alveitar - Trabalho; Alveitaria.
Aldovandro CantaGalo = personagem principal
Aldo = Nome tem origem TEUTÔNICA e significa Nobre.
Vandro = vem do nome Evandro, significa homem valente, varonil. Tem origem grega.
Canta Galo = Significa Hora de despertar – entre 5 e 6 horas da manhã,momento em que canta o galo.Esse sobre nome tem origem portuguesa,dado a crianças que nasciam no fim da madrugada e começo da manhã.
Canta Galo = Significa Hora de despertar – entre 5 e 6 horas da manhã,momento em que canta o galo.Esse sobre nome tem origem portuguesa,dado a crianças que nasciam no fim da madrugada e começo da manhã.
Balbuciou – Ato de balbuciar, articular imperfeitamente e com hesitação. Abrir a boca com barulho ao indicar sono ou tédio. Espreguiçar.
Cambaias – cambaia s. f. Marn. Desabamento do muro das salinas.Cambaio adj.
1. De pernas tortas, geralmente metendo os joelhos para dentro. = CAMBÃO, CAMBO, ZAMBRO
2. Torto ou acalcanhado (ex.: sapatos cambaios).
Conspícuo - Aquele que é eminente, insigne, importante.
Delito – Crime,culpa,falta
Dísticos - é uma coisa boa.
Escrevente = É um substantivo de dois gêneros
Enfarruscados: Pessoa suja com carvão ou fuligem.
Estrepou = vem de estrepe e ou estrepar, significa; Ferir com estrepe; Prejudicar; Dar- se mal.
Que significa; quem copia o que outrem escreve
Ou dita; escriturário.
Flagrante – Manifesto patente. Diz-se do ato que a pessoa é surpreendida a praticar. Flagra.
Lampeira – Feminino de lampeiro ; significa "rápido", "despachado", "ligeiro", "ligeirinho", "espevitado", "vivo", "vivaço". é termo corrente no Norte de Portugal e na Galiza.
Lamma Sabachtani – Expressão bíblica, que significa por que me abandonaste? MT 27:46.
Palerma = é um adjetivo de dois gêneros
e um substantivo de dois gêneros.Que
Significa tolo.
Sapecado – (ato de sapecar) Surrado. Chamuscado. Pessoa levada, assanhada, muito namoradeira. Sapeca.
Seráfico - palavra relativa aos serafins;angélico, puro, etéreo.
Sobrecenhos: 1- Superfície da pele do rosto onde se acham as sobrancelhas. 2 - Carrancas, cenho, carantonha. 3 – Semblante sombrio. Pessoa apegada ao passado.
Mal o pilhou portas aquém -
Pilhou – Ato de pilhar, obter, alcançar, achar-se,ver-se ou ainda (saquear).
Prelibava – Gozava com antecipação ,alegrava-se ,libava-se,sorver,experimentar
Putrefação – Apodrecimento;Decomposição das matérias orgânicas pela ação das enzimas microbiana
Tufos – Porção de plantas, ou de flores, ou de penas, ou de pelos juntos. Pequeno monte. Saliência formada pelo tecido, num vestuário.
Vassuncê – você
Referências:
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/slp04/07.pdf 15/09/2010
http://lobato.globo.com/misc_bau.asp 01/11/2010
FERREIRA,Aurélio Buarque de Holanda. “Mini Aurélio:O Dicionário da Língua Portuguesa” .6ª EdIção Revista e Atualizada.Editora:Positivo.13ª Impressão,Curitiba,Julho de 2008.
ALMEIDA,João Ferreira de .Tradutor: “Biblia de Estudo Pentecostal antigo e Novo Testamento”.Revista e Corrigida.Edição de 1995.Editora:CPAD.Rio de Janeiro.RJ.Brasil.Página:1449.Mateus 27:46.
VINE,W. E. [EI AL]. “ Dicionário Vine”.Tradução:MACEDO,Luís Aron de . 3ª Edição.2003.Editora:CPAD.Rio de Janeiro,RJ.
Acesso dia 14/10/2010
http://www.cpad.com.br
http://www.duvida.net
http://dicionariorapido.com.br
http://falaresdanossalingua.blogspot.com/2007/08/lampeiro.html
http://www.significadodepalavras.com.br/alveitaria
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=cambaia
O COLOCADOR DE PRONOMES
PALAVRAS-CHAVE: História das ideias linguísticas
Dedico esse texto a toda turma de Letras 4ºsemestre 2010 da turma Anhanguera SJC
e a docente Regina Celli Santana Jardim, sabe tudo na ponta da língua.
Crescerá essa menina [a língua brasileira ou Brasilina], far-se-á moça mulher e
sentar-se-á um dia no trono ora ocupado por sua empertigada e conspícua mãe.
Imperará no Brasil inteiro – não como hoje, ás ocultas e medrosamente, mas ás
claras, de justiça e de direito; e não na língua falada apenas, mas na falada, na
escrita e na erudita. E a velha língua-mãe, que cá vige, mas não viça, abdicará de
vez em favor da filha espúria que hoje renega, e desconhece, e insulta como
corruptora da pureza importada.
Monteiro Lobato
Colocador de Pronomes
Monteiro Lobato apresenta ideias linguísticas bastante inovadoras no texto em questão. Para se perceber o aspecto de modernidade da narrativa, deve-se observar primeiro que O colocador de pronomes foi escrito em 1924, época em que os estudos linguísticos de tendência descritivista estruturalista estavam ainda em processo de formação. No conto, é possível perceber a influência que Lobato teve do pensamento linguístico desenvolvido ao longo de todo o século XIX, época em que os estudos linguísticos foram predominantemente históricos.
Numa passagem do texto, Monteiro Lobato demonstra conhecer de perto as teorias linguísticas dominantes em sua época. Trata-se da cena em que o autor simula um diálogo entre Aldrovando e um seu contestador. É aquele quem fala primeiro:
– A ingresia d'hoje, o declamava, está para a Língua, como o cadáver em putrefação está para o corpo vivo.
E suspirava, condoído dos nossos destinos:
– Povo sem língua!... Não me sorri o futuro de Vera Cruz…
E não lhe objetassem que a língua é organismo vivo e que a temos a evoluir na boca do povo.
– Língua? Chama você língua á garabulha bordalenga que estampam periódicos?
Este voz do contestador, que Aldrovando trata por “você”, não é outro senão a do próprio Lobato.
No suposto diálogo não há um desenvolvimento desta ideia progressista; o discurso é assimétrico neste ponto do texto, com o predomínio do azedume e do purismo de Aldrovando.
Ao longo do texto, porém, Lobato se aproveita das situações embaraçosas da tentativa de militância de Aldrovando para demonstrar onde se pode perceber a evolução na língua portuguesa. O que me parece importante esclarecer na cena dramatizada é que Monteiro Lobato busca opor dois movimentos contrários, duas forças que atuam sobre o fenômeno linguístico: a evolução do idioma, promovida pelo “povo”; e o freio à evolução, defendido pelos Aldrovandos que existem por aí. Uma atitude está voltada para o presente da língua; a outra olha apenas e passivamente para o seu passado.
De acordo com a narrativa criada por Lobato, na sua fase de militância em defesa do vernáculo
convenhamos, um fato inegável é que Aldrovando se mostrou um estratego dos melhores, ainda que suas ideias tenham se perdido na relação dificultosa entre teoria e prática. Após seguidos insucessos, em que escreve ofícios ao Congresso, vira colunista de jornal, abre (vejam só!) um consultório gramatical, para cuidar da “grande enferma” (a língua), Aldrovando resolve, enfim, perambular pelas ruas, procurando “erros” de linguagem, para saná-los, a eles e a seus feitores. Nesta atitude inédita de um heroico gramático ambulante, Lobato cria uma cena bastante significativa para compreendermos a visão aguçada do autor sobre a diferença entre prescrição e descrição gramaticais, em que põe em destaque, de um lado, o papel da criatividade linguística do falante, e de outro a natureza da variação e da mudança linguística no diálogo travado entre Aldrovando e o ferreiro Serafim, de que o destino da língua pertence a seus usuários:
“– Chega de caraminholas, ó barata tonta”! Quem manda aqui, no serviço e na língua, sou eu.
E é ir andando, antes que eu o ferre com um bom par de ferros ingleses! ”
Ao diálogo antológico criado por Lobato entre o filólogo Aldrovando e ferreiro Serafim não há muito o que dizer, sob pena de só lhe tirar, sem nada acrescentar. Apenas fazemos uma ligeira observação, que visa descortinar mais uma faceta da ironia lobatiana, não explícita ao leitor. Note-se que o ferreiro se chama Serafim. Tinha no nome um quê de anjo, cuja raiz lexical é a mesmíssima do adjetivo carinhoso com que o rabugento Aldrovando se dirige ao seu mestre maior da língua lusa: “Ó meu seráfico Frei Luís”. Emendando o sarcasmo lobatiano, poder-se-ia dizer que, aos olhos daquele malsucedido “Agente da Saúde idiomática” devia parecer uma heresia, punível com morte à fogueira, verme abominável da gente de Sodoma e Gomorra, pudesse ter no nome qualquer relação com o cândido mundo habitado pelos anjos.
Concluindo
O colocador de pronomes demarca, de um lado, um momento de amadurecimento das ideias linguísticas de Monteiro Lobato.
A correspondência trocada pelo autor com Godofredo Rangel (em 1903 Godofredo, mudando para
Belenzinho onde alugou um chalé conheceu vários poetas entre eles Monteiro Lobato que logo se correspondiam).
Demonstra que os anos anteriores à redação de Negrinha foram uma época de crise intelectual para o autor. O autor, que buscava a forma adequada de abordar a questão da língua dentro da perspectiva da afirmação do Brasil como nação (do que decorre a abordagem reformadora da língua e da gramática que o autor busca propor com a produção do conto), ao mesmo tempo em que Lobato necessitava elaborar formalmente a sua própria expressão como literato.
Primeira formulação consistente do pensamento linguístico do escritor, a narrativa nos deixa perceber em Lobato um profundo conhecedor da realidade linguística brasileira, com um faro apurado para a compreensão do comum e do diferente nas encruzilhadas da constituição histórica nada lineares entre PE e PB. Obra de um homem para lá de multiface do; moderno, se não modernista; entusiasta do progresso; pensador das grandes questões culturais do país, da educação popular, pondo em primeiro plano a educação literária e linguística.
Significados
Alienígenos - Nascido em outro lugar; Seres de outros planetas.
Alveitar - Trabalho; Alveitaria.
Aldovandro CantaGalo = personagem principal
Aldo = Nome tem origem TEUTÔNICA e significa Nobre.
Vandro = vem do nome Evandro, significa homem valente, varonil. Tem origem grega.
Canta Galo = Significa Hora de despertar – entre 5 e 6 horas da manhã,momento em que canta o galo.Esse sobre nome tem origem portuguesa,dado a crianças que nasciam no fim da madrugada e começo da manhã.
Canta Galo = Significa Hora de despertar – entre 5 e 6 horas da manhã,momento em que canta o galo.Esse sobre nome tem origem portuguesa,dado a crianças que nasciam no fim da madrugada e começo da manhã.
Balbuciou – Ato de balbuciar, articular imperfeitamente e com hesitação. Abrir a boca com barulho ao indicar sono ou tédio. Espreguiçar.
Cambaias – cambaia s. f. Marn. Desabamento do muro das salinas.Cambaio adj.
1. De pernas tortas, geralmente metendo os joelhos para dentro. = CAMBÃO, CAMBO, ZAMBRO
2. Torto ou acalcanhado (ex.: sapatos cambaios).
Conspícuo - Aquele que é eminente, insigne, importante.
Delito – Crime,culpa,falta
Dísticos - é uma coisa boa.
Escrevente = É um substantivo de dois gêneros
Enfarruscados: Pessoa suja com carvão ou fuligem.
Estrepou = vem de estrepe e ou estrepar, significa; Ferir com estrepe; Prejudicar; Dar- se mal.
Que significa; quem copia o que outrem escreve
Ou dita; escriturário.
Flagrante – Manifesto patente. Diz-se do ato que a pessoa é surpreendida a praticar. Flagra.
Lampeira – Feminino de lampeiro ; significa "rápido", "despachado", "ligeiro", "ligeirinho", "espevitado", "vivo", "vivaço". é termo corrente no Norte de Portugal e na Galiza.
Lamma Sabachtani – Expressão bíblica, que significa por que me abandonaste? MT 27:46.
Palerma = é um adjetivo de dois gêneros
e um substantivo de dois gêneros.Que
Significa tolo.
Sapecado – (ato de sapecar) Surrado. Chamuscado. Pessoa levada, assanhada, muito namoradeira. Sapeca.
Seráfico - palavra relativa aos serafins;angélico, puro, etéreo.
Sobrecenhos: 1- Superfície da pele do rosto onde se acham as sobrancelhas. 2 - Carrancas, cenho, carantonha. 3 – Semblante sombrio. Pessoa apegada ao passado.
Mal o pilhou portas aquém -
Pilhou – Ato de pilhar, obter, alcançar, achar-se,ver-se ou ainda (saquear).
Prelibava – Gozava com antecipação ,alegrava-se ,libava-se,sorver,experimentar
Putrefação – Apodrecimento;Decomposição das matérias orgânicas pela ação das enzimas microbiana
Tufos – Porção de plantas, ou de flores, ou de penas, ou de pelos juntos. Pequeno monte. Saliência formada pelo tecido, num vestuário.
Vassuncê – você
Referências:
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/slp04/07.pdf 15/09/2010
http://lobato.globo.com/misc_bau.asp 01/11/2010
FERREIRA,Aurélio Buarque de Holanda. “Mini Aurélio:O Dicionário da Língua Portuguesa” .6ª EdIção Revista e Atualizada.Editora:Positivo.13ª Impressão,Curitiba,Julho de 2008.
ALMEIDA,João Ferreira de .Tradutor: “Biblia de Estudo Pentecostal antigo e Novo Testamento”.Revista e Corrigida.Edição de 1995.Editora:CPAD.Rio de Janeiro.RJ.Brasil.Página:1449.Mateus 27:46.
VINE,W. E. [EI AL]. “ Dicionário Vine”.Tradução:MACEDO,Luís Aron de . 3ª Edição.2003.Editora:CPAD.Rio de Janeiro,RJ.
Acesso dia 14/10/2010
http://www.cpad.com.br
http://www.duvida.net
http://dicionariorapido.com.br
http://falaresdanossalingua.blogspot.com/2007/08/lampeiro.html
http://www.significadodepalavras.com.br/alveitaria
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=cambaia
FORMADA EM LETRAS, Técnica em Nutrição, Amo cuidar de meus filhos e marido, receber pessoas em minha casa, sou proativa, eu detesto mentiras.
Eu tenho muito carinho e amo ensinar os alunos. Sem amor não se educa, e sem amor não se aprende! O amor é a escência da sabedoria.
ATPS Inglês Rita
ANHANGUERA EDUCACIONAL
DESAFIO ATIVIDADES PRÁTICAS SURPEVISONADAS
LÌNGUA INGLESA II
Cláudia Helena Pedrosa
Daniele Aparecida da Silva
Jaqueline dos Santos Ricardo Leão
São José dos Campos
2010
Trabalho apresentado à Disciplina de Língua Inglesa II, Curso de Graduação em Letras. 3º Semestre, 2º ano, como requisito para obtenção da média do primeiro bimestre de 2010 a Prof.ª Rita.Bayma
Cláudia Helena Pedrosa
Etapa nº 1
Passo 1- Introdução
As atividades práticas supervisionadas (ATPS) irão favorecer a aprendizagem e estimular a aplicação de teorias e conceitos para solução de problemas, esta atividade permitiu que pudéssemos compreender a importância do Tema Transversal. Sendo os temas transversais :Ética, Meio ambiente, Saúde, Pluralidade Cultural e Orientação sexual. Eles expressam conceitos e valores fundamentais à democracia e à cidadania e correspondem a questões importantes e urgentes para a sociedade brasileira e mundial, a metodologia proposta por esses temas é possibilitar o conhecimento, minimizar preconceitos e formar cidadãos críticos e atuantes na sociedade. Temos como parte fundamental dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) um conjunto de temas que incorporam a tendência – necessidade de incluir no currículo convencional, novos temas que priorizem as questões sociais, tão comuns ao nosso dia a dia. Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um referencial de qualidade para a Educação no Ensino Fundamental em todo país.
Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e patrocinando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual. Possui uma proposta flexível, e possibilita total interação com os governos estaduais e municipais; os professores e equipes pedagógicas têm ampla autonomia para definir os componentes curriculares, utilizando como apoio as diretrizes e bases que compõe os Parâmetros Curriculares Nacionais.
Vamos ressaltar a “Pluralidade Cultural” demonstrando cidades do Brasil e do exterior com seus respectivos pontos turísticos, abordaremos também questões de comparação, utilizando o idioma inglês para relatá-los neste trabalho de pesquisa e desafio idiomático. Agora Vamos, esclarecer um pouco sobre o tema transversal: “Pluralidade Cultural”, como o próprio nome diz, este tema traz para o ambiente escolar a riqueza das diversas culturas e tradições do Brasil, ensinando o respeito às outras culturas. O aprendizado que podemos adquirir através do conhecimento de outros povos e tradições. O tema ainda possibilita a explicitação dos direitos da criança e do adolescente referentes ao respeito e à valorização de suas origens culturais, sem qualquer discriminação. Exige do professor atitudes que valorizem a dignidade e diversidade de seus alunos, preservando a igualdade e justiça para com eles.
De maneira geral o objetivo central deste tema é a socialização e integração dos alunos no ambiente escolar.
Etapa nº 1
Passo 2
Os parâmetros curriculares Nacionais
• Ética; o aluno deverá entender o conceito de justiça baseado na equidade e sensibilizar-se pela necessidade de construção de uma sociedade justa, adotar atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças sociais, discutindo a moral vigente e tentando compreender os valores presentes na sociedade atual e em que medida eles devem ou podem ser mudados.
• Meio ambiente; o aluno deverá compreender as noções básicas sobre o tema, perceber relações que condicionam a vida para posicionar-se de forma crítica diante do mundo, dominar métodos de manejo e conservação ambiental.
• Saúde; é um direito de todos. Por esse tema o aluno compreenderá que saúde é produzida nas relações com o meio físico e social, identificando fatores de risco aos indivíduos necessitando adotar hábitos de auto - cuidado.
• Pluralidade cultural; tratará da diversidade do patrimônio cultural brasileiro, reconhecendo a diversidade como um direito dos povos e dos indivíduos e repudiando toda forma de discriminação por raça, classe, crença religiosa e sexo.
• Orientação sexual. numa perspectiva social, deverá ensinar o aluno a respeitar a diversidade de comportamento relativo à sexualidade, desde que seja garantida a integridade e a dignidade do ser humano, conhecer seu corpo e expressar seus sentimentos, respeitando os seus afetos e do outro.Educação & trabalho.
Pluralidade Cultural
A Pluralidade cultural trata da diversidade do patrimônio cultural brasileiro, reconhecendo a diversidade como um direito dos povos e dos indivíduos e repudiando toda forma de discriminação por raça, classe, crença religiosa e sexo.
A compreensão da cultura como identificadora do sujeito e do seu grupo, ao mesmo tempo em que cria os laços necessários à vida comunitária e à cidadania, cria também a noção de relatividade de cada cultura e o respeito a culturas diferentes.
Num país como o Brasil, com características históricas de miscigenação, com os problemas sociais de todos conhecidos e suas dimensões, a discussão da pluralidade cultural deve forçosamente constituir-se em um dos pilares da educação, em que ela deixa de ser um problema, para tornar-se riqueza a ser explorada.
A convicção de que as culturas e as línguas se equivalem, cumprindo seu papel em cada grupo social, sublinha a importância do espaço e da cultura da comunidade em que vive o professor. Assim, procura-se garantir no PRO- FORMAÇÃO que cada professor perceba sua cultura e sua língua como expressões legítimas e valiosas, da mesma forma que as culturas e linguagens dos outros. A língua é também uma construção histórica, que se transforma no tempo e no espaço. Isso quer dizer que, tanto quanto a diversidade cultural caracteriza nosso país a diversidade lingüística, definida, por exemplo, por regiões, condições socioeconômicas, idades diferentes.
Reconhecer as variantes lingüísticas significa reconhecer:
a) a equivalência lingüística entre tais variantes;
b) a equivalência entre as culturas que as variantes expressam;
c) o padrão culto como uma variante de prestígio, escolhida em todas as sociedades por critérios econômico -político para ser a variante "oficial", aquela que será ensinada na escola e na qual se expressam os documentos orais e escritos administrativos, oficiais, públicos, escolares e grande parte da literatura de qualquer sociedade;
d) o reconhecimento e o respeito devido a todas as variantes, inclusive a das classes populares e das crianças.
Não se retrata a vida numa grande cidade. Permanecendo temas da vida rural, como plantação, criação, tanques, encontros de professores etc., contemplam-se também aspectos da vida em centros maiores: transporte, placas de automóveis, salários, esportes, lanchonete, shopping, dados sobre a realidade brasileira etc.
Curiosidade
O desafio é respeitar os diferentes grupos e culturas que compõem o mosaico étnico brasileiro, incentivando o convívio dos diversos grupos e fazer dessa característica um fator de enriquecimento cultural.
A vinda de imigrantes para o Brasil, ressalva a presença dos portugueses -
colonizadores do país – delineia-se a partir da abertura dos pontos ás “nações amigas” (1808) e da independência do País (1822). Á margem dos deslocamentos populacionais voluntários cabe lembrar que milhões de negros foram obrigados a cruzar oceanos Atlântico, ao longo dos séculos XVI a XIX com destino ao Brasil constituindo a mão-de-obra escrava. Os monarcas brasileiros foram atrais imigrantes para a região sul do País, oferecendo-lhes lotes de terra para que estabeleçam como pequenos proprietários agrícolas. Vieram primeiro os alemãs e a partir de 1870 os italianos, duas etnias que tornaram majoritárias nos estados de santa Catarina e rio grande do sul. Entretanto a grande leva imigratória começou em meados 1880 .Em são Paulo, por exemplo, no período de crise cafeeira. (1903-1904). A migração liquida chegou a ser negativa. Um dos traços distintivos da imigração para são Paulo, até 1927, foi o fato de ter sido em muitos casos subsidiada, sobretudo nos primeiros tempos, ao contrario do que sucedeu nos Estados Unidos e, até ponto na argentina.
No Brasil, a demanda de força de trabalho, necessária para o desenvolvimento industrial, passou a ser suprida, cada vez mais, pelas migrações internas do nordeste do País e do estado de Minas Gerais abandonam suas regiões em busca do “eldorado paulista”. Na década d e30, somente os japoneses, ligados á pequena propriedade agircola, continuam a vir em grande número para São Paulo. Em anos amis recente, a imigração para o Brasil, qualitativamente, diversificou-se bastante. Novas etnias se juntaram ás mais antigas, como é o caso da imigração de países visinhos- Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia, etc.
Passo 3
Rio de Janeiro, Brasil: Imagem do Cristo Redentor, um dos maiores pontos turísticos do Brasil, com parado a Estatua da Liberdade nos Estados Unidos, Cidade de Nova Iorque, Ilha de Manhattan.
Temos também as cataratas de foz do Iguaçu comparado as cataratas do Niágara na divisa dos Estados Unidos com o Canadá.
Foz do Iguaçu: Com 150 metros de largura e 80 metros de altura. A vazão de água média do rio é em torno de 1.500 m3 por segundo, variando de 500 m3/s nas ocasiões de seca e de 6.500 m3/s nas cheias.
Niagara Falls: A maior das quedas de água (por onde corre cerca de 90 % da água do rio) tem o nome de Horseshoe Falls (Queda da Ferradura), com 792 metros de largura e cerca de 55 metros de altura,cai cerca de 168 mil m³ de água das quedas cada minuto.
A sede do Governo Brasileiro é o Palácio da Alvorada, no Distrito Federal, Brasília, onde mora o presidente da República Brasileira.Comparado a Casa Branca ,sede do governo dos Estados Unidos em Washington, D.C.(Distrito de Columbia)
Palácio da Alvorada
Casa Branca
Passo 4 :Comparative
Vamos aprender o que significa Comparative, que é uma prática da gramática inglesa e utilizada com frequência no idioma ao referir-se a comparações entre seres animados e inanimados,ou seja,vivos e sem vida.
Usamos os adjetivos comparativos para fazer uma comparação entre duas coisas,pessoas ou objetos.Para transformar os adjetivos em comparativos,preste atenção nas regras a seguir : (Campos,2004:125)
Exemplos :
Quando o adjetivo for monossilábico ou dissilábico formamos seu comparativo acrescentando – er no final das palavras com esse perfil.
• Tall (alto) / taller(mais alto que)
• Rich (rico) / richer(mais rico que)
• Small(menor) / smaller( menor que)
Quando o adjetivo terminar em e, acrescenta-se somente – r para formar o comparativo:
• Wise (sábio) / wiser (mais sábio que)
• Large (grande) / larger (maior que)
Quando o adjetivo terminar em y precedido por consoante,traça-se o y por –ier para o comparativo.
• Dry (seco)/ drier ( mais seco que)
• Easy (fácil) /easier(mais fácil que)
• Pretty ( bonito) / prettier ( mais bonito que)
Quando o adjetivo termina em uma única consoante precedida de uma só vogal,dobra – se a consoante antes da terminação:
• Hot (quente) / hotter (mais quente que)
• Thin (magro) / thinner (mais magro que)
• Big (grande) / bigger (maior que)
O adjetivo polissílabo forma o comparativo antepondo, ao advérbio, more (mais):
• Intelligent (inteligente) / more intelligent than (mais inteligente que)
• Polite (educado) / more polite than (mais educado que)
• Interesting (interessante) / more interesting than (mais interessante que)
• Boring (chato) more boring than (mais chato que)
Comparative of Superiority
Forma-se com comparative + and + comparative,que tem o sentido de “cada vez mais”.
• Colder and colder (mais e mais frio)
• More and more interesting (mais e mais interessante)
Pode – se dizer também : the + comparative ... the + comparative, que equivale a quanto a quanto mais ... mais:
• The easier the better (quanto mais fácil melhor)
• The more expensive the more difficult to buy (quanto mais caro,mais dificil de comprar)
Comparative of Iguality
Comparativo de igualdade forma-se de duas maneiras:
1. Quando a frase é afirmativa,póe –se a partícula as antes e depois do adjetivo.
He is as poor as Job (ele é tão pobre como Jó).
2. Havendo negação na frase,póe – se so antes e as depois do adjetivo.
It is not so far as you think (não é tão longe como você pensa).
Veja:
Affirmative – as … as
Ex: He is as intelligent as his brother.
This skirt is as short as that one.
Negative - not so …as
Ex: He is not so tall as his brother.
This pencil is not so cheap as that one.
Comparative of Inferiority
O comparativo de inferioridade forma – se antepondo ao positive a palavra less (menos):Happy ( feliz),less happy (menos feliz),the least happy (o menos feliz).
Ex:This new book is less interesting than the first one.
(Este livro novo é menos interessante do que o anterior)
Os adjetivos dissílabos terninados em –al,-ed,-ful,-ic,-ile,-ine,-ose,-ous,-ive formam o comparativo e o superlativo pela regra dos polissílabos,antepondo ao adjetivo more ou the most:
Frugal – more frugal – the most frugal
Tired – more tired – the most tired
Useful – more useful – the most useful
Comic – more comic – the most comic
Puerile – more puerile – the most puerile
Famous – more furtive – the most furtive
Os seguintes adjetivos são comparados irregularmente:
Positive : much (muito /a),many(muitos / as),good(bom)
Comparative :more (mais) ,little(pouco,pequeno)/less(menos,menor),better (melhor)
Superlative :the most (o mais),the least ( o menos,o menor),the best (o melhor)
Continuance - Comparatives in frases
1- ER – for short words (one syllable and two-syllable words ending in y):
2- big – bigger fast - faster
3- lucky – luckier early - earlier
4- MORE – for longer words (two or more syllables) and some adverbs ending in ly:
5- beautiful – more beautiful expensive – more expensive
6- easily – more easily slowly – more slowly
7- After the comparatives we use than:
8- My house is bigger than yours.
9- Going by train is more slowly than going by bus.
Important:
10- good/well – better: I need a better place to live.
11- bad/badly – worse: This lesson is worse than the last one.
12- far – further (farther): His house is further than I’ve ever thought.
13- AS…AS – it’s used in positive sentences and questions - Jim is rich and Alison is also rich: Alison is as rich as Jim.
(both are rich).
14- SO…AS – it’s used in negative sentences: Alison isn’t so rich as Jim.
Passo 5
Niagara falls is better larger the cataract’s Iguaçu .
House White is as wonderful as palace Alvorada.
The statue of Liberty is as beautiful as Christ Redeemer.
Referências
CAMPOS, Giovana Teixeira. Mini Manual de Gramática: Língua Inglesa: Teoria e Prática. 1ª Edição. São Paulo: Rideel,2004.
BUENO, Silveira. Mini Dicionário: Inglês-português/português – inglês. Edição Revista e Atualizada. Guarulhos, São Paulo:Editora: FTD.2007.
PCN – volume 1 – Introdução
PCN – volume 8 – Apresentação dos Temas Transversais
PCN – volume 10 – Pluralidade Cultural
www.diasmarques.adv.br/pt/historico_imigracao_brasil.htm#Histórico
Acesso dia 10/04/2010
http://www.educacaoonline.pro.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15:os-parametros-curriculares-nacionais-e-os-temas-transversais&catid=4:educacao&Itemid=15
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2001/plc/plc0.htm
Acesso dia 13/04/2010 ás 15h25mim
http://armanio.files.wordpress.com/2009/09/cristo_redentor1c12.jpg
Acesso dia 13/04/2010 ás 15h39mim
http://memoriavirtual.net/wp-content/uploads/niagarafalls1.jpg
http://www.cataratasdoiguacu.com.br/cataratas.asp
Acesso dia 13/04/2010 às 15h54mim
http://brasiliabsb.com/alvorada_n.jpg
http://gubf.paineldohardware.com/wp-content/uploads/2009/07/casa_branca1.jpg
DESAFIO ATIVIDADES PRÁTICAS SURPEVISONADAS
LÌNGUA INGLESA II
Cláudia Helena Pedrosa
Daniele Aparecida da Silva
Jaqueline dos Santos Ricardo Leão
São José dos Campos
2010
Trabalho apresentado à Disciplina de Língua Inglesa II, Curso de Graduação em Letras. 3º Semestre, 2º ano, como requisito para obtenção da média do primeiro bimestre de 2010 a Prof.ª Rita.Bayma
Cláudia Helena Pedrosa
Etapa nº 1
Passo 1- Introdução
As atividades práticas supervisionadas (ATPS) irão favorecer a aprendizagem e estimular a aplicação de teorias e conceitos para solução de problemas, esta atividade permitiu que pudéssemos compreender a importância do Tema Transversal. Sendo os temas transversais :Ética, Meio ambiente, Saúde, Pluralidade Cultural e Orientação sexual. Eles expressam conceitos e valores fundamentais à democracia e à cidadania e correspondem a questões importantes e urgentes para a sociedade brasileira e mundial, a metodologia proposta por esses temas é possibilitar o conhecimento, minimizar preconceitos e formar cidadãos críticos e atuantes na sociedade. Temos como parte fundamental dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) um conjunto de temas que incorporam a tendência – necessidade de incluir no currículo convencional, novos temas que priorizem as questões sociais, tão comuns ao nosso dia a dia. Os Parâmetros Curriculares Nacionais constituem um referencial de qualidade para a Educação no Ensino Fundamental em todo país.
Sua função é orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, socializando discussões, pesquisas e patrocinando a participação de técnicos e professores brasileiros, principalmente daqueles que se encontram mais isolados, com menor contato com a produção pedagógica atual. Possui uma proposta flexível, e possibilita total interação com os governos estaduais e municipais; os professores e equipes pedagógicas têm ampla autonomia para definir os componentes curriculares, utilizando como apoio as diretrizes e bases que compõe os Parâmetros Curriculares Nacionais.
Vamos ressaltar a “Pluralidade Cultural” demonstrando cidades do Brasil e do exterior com seus respectivos pontos turísticos, abordaremos também questões de comparação, utilizando o idioma inglês para relatá-los neste trabalho de pesquisa e desafio idiomático. Agora Vamos, esclarecer um pouco sobre o tema transversal: “Pluralidade Cultural”, como o próprio nome diz, este tema traz para o ambiente escolar a riqueza das diversas culturas e tradições do Brasil, ensinando o respeito às outras culturas. O aprendizado que podemos adquirir através do conhecimento de outros povos e tradições. O tema ainda possibilita a explicitação dos direitos da criança e do adolescente referentes ao respeito e à valorização de suas origens culturais, sem qualquer discriminação. Exige do professor atitudes que valorizem a dignidade e diversidade de seus alunos, preservando a igualdade e justiça para com eles.
De maneira geral o objetivo central deste tema é a socialização e integração dos alunos no ambiente escolar.
Etapa nº 1
Passo 2
Os parâmetros curriculares Nacionais
• Ética; o aluno deverá entender o conceito de justiça baseado na equidade e sensibilizar-se pela necessidade de construção de uma sociedade justa, adotar atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças sociais, discutindo a moral vigente e tentando compreender os valores presentes na sociedade atual e em que medida eles devem ou podem ser mudados.
• Meio ambiente; o aluno deverá compreender as noções básicas sobre o tema, perceber relações que condicionam a vida para posicionar-se de forma crítica diante do mundo, dominar métodos de manejo e conservação ambiental.
• Saúde; é um direito de todos. Por esse tema o aluno compreenderá que saúde é produzida nas relações com o meio físico e social, identificando fatores de risco aos indivíduos necessitando adotar hábitos de auto - cuidado.
• Pluralidade cultural; tratará da diversidade do patrimônio cultural brasileiro, reconhecendo a diversidade como um direito dos povos e dos indivíduos e repudiando toda forma de discriminação por raça, classe, crença religiosa e sexo.
• Orientação sexual. numa perspectiva social, deverá ensinar o aluno a respeitar a diversidade de comportamento relativo à sexualidade, desde que seja garantida a integridade e a dignidade do ser humano, conhecer seu corpo e expressar seus sentimentos, respeitando os seus afetos e do outro.Educação & trabalho.
Pluralidade Cultural
A Pluralidade cultural trata da diversidade do patrimônio cultural brasileiro, reconhecendo a diversidade como um direito dos povos e dos indivíduos e repudiando toda forma de discriminação por raça, classe, crença religiosa e sexo.
A compreensão da cultura como identificadora do sujeito e do seu grupo, ao mesmo tempo em que cria os laços necessários à vida comunitária e à cidadania, cria também a noção de relatividade de cada cultura e o respeito a culturas diferentes.
Num país como o Brasil, com características históricas de miscigenação, com os problemas sociais de todos conhecidos e suas dimensões, a discussão da pluralidade cultural deve forçosamente constituir-se em um dos pilares da educação, em que ela deixa de ser um problema, para tornar-se riqueza a ser explorada.
A convicção de que as culturas e as línguas se equivalem, cumprindo seu papel em cada grupo social, sublinha a importância do espaço e da cultura da comunidade em que vive o professor. Assim, procura-se garantir no PRO- FORMAÇÃO que cada professor perceba sua cultura e sua língua como expressões legítimas e valiosas, da mesma forma que as culturas e linguagens dos outros. A língua é também uma construção histórica, que se transforma no tempo e no espaço. Isso quer dizer que, tanto quanto a diversidade cultural caracteriza nosso país a diversidade lingüística, definida, por exemplo, por regiões, condições socioeconômicas, idades diferentes.
Reconhecer as variantes lingüísticas significa reconhecer:
a) a equivalência lingüística entre tais variantes;
b) a equivalência entre as culturas que as variantes expressam;
c) o padrão culto como uma variante de prestígio, escolhida em todas as sociedades por critérios econômico -político para ser a variante "oficial", aquela que será ensinada na escola e na qual se expressam os documentos orais e escritos administrativos, oficiais, públicos, escolares e grande parte da literatura de qualquer sociedade;
d) o reconhecimento e o respeito devido a todas as variantes, inclusive a das classes populares e das crianças.
Não se retrata a vida numa grande cidade. Permanecendo temas da vida rural, como plantação, criação, tanques, encontros de professores etc., contemplam-se também aspectos da vida em centros maiores: transporte, placas de automóveis, salários, esportes, lanchonete, shopping, dados sobre a realidade brasileira etc.
Curiosidade
O desafio é respeitar os diferentes grupos e culturas que compõem o mosaico étnico brasileiro, incentivando o convívio dos diversos grupos e fazer dessa característica um fator de enriquecimento cultural.
A vinda de imigrantes para o Brasil, ressalva a presença dos portugueses -
colonizadores do país – delineia-se a partir da abertura dos pontos ás “nações amigas” (1808) e da independência do País (1822). Á margem dos deslocamentos populacionais voluntários cabe lembrar que milhões de negros foram obrigados a cruzar oceanos Atlântico, ao longo dos séculos XVI a XIX com destino ao Brasil constituindo a mão-de-obra escrava. Os monarcas brasileiros foram atrais imigrantes para a região sul do País, oferecendo-lhes lotes de terra para que estabeleçam como pequenos proprietários agrícolas. Vieram primeiro os alemãs e a partir de 1870 os italianos, duas etnias que tornaram majoritárias nos estados de santa Catarina e rio grande do sul. Entretanto a grande leva imigratória começou em meados 1880 .Em são Paulo, por exemplo, no período de crise cafeeira. (1903-1904). A migração liquida chegou a ser negativa. Um dos traços distintivos da imigração para são Paulo, até 1927, foi o fato de ter sido em muitos casos subsidiada, sobretudo nos primeiros tempos, ao contrario do que sucedeu nos Estados Unidos e, até ponto na argentina.
No Brasil, a demanda de força de trabalho, necessária para o desenvolvimento industrial, passou a ser suprida, cada vez mais, pelas migrações internas do nordeste do País e do estado de Minas Gerais abandonam suas regiões em busca do “eldorado paulista”. Na década d e30, somente os japoneses, ligados á pequena propriedade agircola, continuam a vir em grande número para São Paulo. Em anos amis recente, a imigração para o Brasil, qualitativamente, diversificou-se bastante. Novas etnias se juntaram ás mais antigas, como é o caso da imigração de países visinhos- Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia, etc.
Passo 3
Rio de Janeiro, Brasil: Imagem do Cristo Redentor, um dos maiores pontos turísticos do Brasil, com parado a Estatua da Liberdade nos Estados Unidos, Cidade de Nova Iorque, Ilha de Manhattan.
Temos também as cataratas de foz do Iguaçu comparado as cataratas do Niágara na divisa dos Estados Unidos com o Canadá.
Foz do Iguaçu: Com 150 metros de largura e 80 metros de altura. A vazão de água média do rio é em torno de 1.500 m3 por segundo, variando de 500 m3/s nas ocasiões de seca e de 6.500 m3/s nas cheias.
Niagara Falls: A maior das quedas de água (por onde corre cerca de 90 % da água do rio) tem o nome de Horseshoe Falls (Queda da Ferradura), com 792 metros de largura e cerca de 55 metros de altura,cai cerca de 168 mil m³ de água das quedas cada minuto.
A sede do Governo Brasileiro é o Palácio da Alvorada, no Distrito Federal, Brasília, onde mora o presidente da República Brasileira.Comparado a Casa Branca ,sede do governo dos Estados Unidos em Washington, D.C.(Distrito de Columbia)
Palácio da Alvorada
Casa Branca
Passo 4 :Comparative
Vamos aprender o que significa Comparative, que é uma prática da gramática inglesa e utilizada com frequência no idioma ao referir-se a comparações entre seres animados e inanimados,ou seja,vivos e sem vida.
Usamos os adjetivos comparativos para fazer uma comparação entre duas coisas,pessoas ou objetos.Para transformar os adjetivos em comparativos,preste atenção nas regras a seguir : (Campos,2004:125)
Exemplos :
Quando o adjetivo for monossilábico ou dissilábico formamos seu comparativo acrescentando – er no final das palavras com esse perfil.
• Tall (alto) / taller(mais alto que)
• Rich (rico) / richer(mais rico que)
• Small(menor) / smaller( menor que)
Quando o adjetivo terminar em e, acrescenta-se somente – r para formar o comparativo:
• Wise (sábio) / wiser (mais sábio que)
• Large (grande) / larger (maior que)
Quando o adjetivo terminar em y precedido por consoante,traça-se o y por –ier para o comparativo.
• Dry (seco)/ drier ( mais seco que)
• Easy (fácil) /easier(mais fácil que)
• Pretty ( bonito) / prettier ( mais bonito que)
Quando o adjetivo termina em uma única consoante precedida de uma só vogal,dobra – se a consoante antes da terminação:
• Hot (quente) / hotter (mais quente que)
• Thin (magro) / thinner (mais magro que)
• Big (grande) / bigger (maior que)
O adjetivo polissílabo forma o comparativo antepondo, ao advérbio, more (mais):
• Intelligent (inteligente) / more intelligent than (mais inteligente que)
• Polite (educado) / more polite than (mais educado que)
• Interesting (interessante) / more interesting than (mais interessante que)
• Boring (chato) more boring than (mais chato que)
Comparative of Superiority
Forma-se com comparative + and + comparative,que tem o sentido de “cada vez mais”.
• Colder and colder (mais e mais frio)
• More and more interesting (mais e mais interessante)
Pode – se dizer também : the + comparative ... the + comparative, que equivale a quanto a quanto mais ... mais:
• The easier the better (quanto mais fácil melhor)
• The more expensive the more difficult to buy (quanto mais caro,mais dificil de comprar)
Comparative of Iguality
Comparativo de igualdade forma-se de duas maneiras:
1. Quando a frase é afirmativa,póe –se a partícula as antes e depois do adjetivo.
He is as poor as Job (ele é tão pobre como Jó).
2. Havendo negação na frase,póe – se so antes e as depois do adjetivo.
It is not so far as you think (não é tão longe como você pensa).
Veja:
Affirmative – as … as
Ex: He is as intelligent as his brother.
This skirt is as short as that one.
Negative - not so …as
Ex: He is not so tall as his brother.
This pencil is not so cheap as that one.
Comparative of Inferiority
O comparativo de inferioridade forma – se antepondo ao positive a palavra less (menos):Happy ( feliz),less happy (menos feliz),the least happy (o menos feliz).
Ex:This new book is less interesting than the first one.
(Este livro novo é menos interessante do que o anterior)
Os adjetivos dissílabos terninados em –al,-ed,-ful,-ic,-ile,-ine,-ose,-ous,-ive formam o comparativo e o superlativo pela regra dos polissílabos,antepondo ao adjetivo more ou the most:
Frugal – more frugal – the most frugal
Tired – more tired – the most tired
Useful – more useful – the most useful
Comic – more comic – the most comic
Puerile – more puerile – the most puerile
Famous – more furtive – the most furtive
Os seguintes adjetivos são comparados irregularmente:
Positive : much (muito /a),many(muitos / as),good(bom)
Comparative :more (mais) ,little(pouco,pequeno)/less(menos,menor),better (melhor)
Superlative :the most (o mais),the least ( o menos,o menor),the best (o melhor)
Continuance - Comparatives in frases
1- ER – for short words (one syllable and two-syllable words ending in y):
2- big – bigger fast - faster
3- lucky – luckier early - earlier
4- MORE – for longer words (two or more syllables) and some adverbs ending in ly:
5- beautiful – more beautiful expensive – more expensive
6- easily – more easily slowly – more slowly
7- After the comparatives we use than:
8- My house is bigger than yours.
9- Going by train is more slowly than going by bus.
Important:
10- good/well – better: I need a better place to live.
11- bad/badly – worse: This lesson is worse than the last one.
12- far – further (farther): His house is further than I’ve ever thought.
13- AS…AS – it’s used in positive sentences and questions - Jim is rich and Alison is also rich: Alison is as rich as Jim.
(both are rich).
14- SO…AS – it’s used in negative sentences: Alison isn’t so rich as Jim.
Passo 5
Niagara falls is better larger the cataract’s Iguaçu .
House White is as wonderful as palace Alvorada.
The statue of Liberty is as beautiful as Christ Redeemer.
Referências
CAMPOS, Giovana Teixeira. Mini Manual de Gramática: Língua Inglesa: Teoria e Prática. 1ª Edição. São Paulo: Rideel,2004.
BUENO, Silveira. Mini Dicionário: Inglês-português/português – inglês. Edição Revista e Atualizada. Guarulhos, São Paulo:Editora: FTD.2007.
PCN – volume 1 – Introdução
PCN – volume 8 – Apresentação dos Temas Transversais
PCN – volume 10 – Pluralidade Cultural
www.diasmarques.adv.br/pt/historico_imigracao_brasil.htm#Histórico
Acesso dia 10/04/2010
http://www.educacaoonline.pro.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15:os-parametros-curriculares-nacionais-e-os-temas-transversais&catid=4:educacao&Itemid=15
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2001/plc/plc0.htm
Acesso dia 13/04/2010 ás 15h25mim
http://armanio.files.wordpress.com/2009/09/cristo_redentor1c12.jpg
Acesso dia 13/04/2010 ás 15h39mim
http://memoriavirtual.net/wp-content/uploads/niagarafalls1.jpg
http://www.cataratasdoiguacu.com.br/cataratas.asp
Acesso dia 13/04/2010 às 15h54mim
http://brasiliabsb.com/alvorada_n.jpg
http://gubf.paineldohardware.com/wp-content/uploads/2009/07/casa_branca1.jpg
FORMADA EM LETRAS, Técnica em Nutrição, Amo cuidar de meus filhos e marido, receber pessoas em minha casa, sou proativa, eu detesto mentiras.
Eu tenho muito carinho e amo ensinar os alunos. Sem amor não se educa, e sem amor não se aprende! O amor é a escência da sabedoria.
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