IDEIAS LINGUÍSTICAS PRESENTES EM
O COLOCADOR DE PRONOMES
PALAVRAS-CHAVE: História das ideias linguísticas
Dedico esse texto a toda turma de Letras 4ºsemestre 2010 da turma Anhanguera SJC
e a docente Regina Celli Santana Jardim, sabe tudo na ponta da língua.
Crescerá essa menina [a língua brasileira ou Brasilina], far-se-á moça mulher e
sentar-se-á um dia no trono ora ocupado por sua empertigada e conspícua mãe.
Imperará no Brasil inteiro – não como hoje, ás ocultas e medrosamente, mas ás
claras, de justiça e de direito; e não na língua falada apenas, mas na falada, na
escrita e na erudita. E a velha língua-mãe, que cá vige, mas não viça, abdicará de
vez em favor da filha espúria que hoje renega, e desconhece, e insulta como
corruptora da pureza importada.
Monteiro Lobato
Colocador de Pronomes
Monteiro Lobato apresenta ideias linguísticas bastante inovadoras no texto em questão. Para se perceber o aspecto de modernidade da narrativa, deve-se observar primeiro que O colocador de pronomes foi escrito em 1924, época em que os estudos linguísticos de tendência descritivista estruturalista estavam ainda em processo de formação. No conto, é possível perceber a influência que Lobato teve do pensamento linguístico desenvolvido ao longo de todo o século XIX, época em que os estudos linguísticos foram predominantemente históricos.
Numa passagem do texto, Monteiro Lobato demonstra conhecer de perto as teorias linguísticas dominantes em sua época. Trata-se da cena em que o autor simula um diálogo entre Aldrovando e um seu contestador. É aquele quem fala primeiro:
– A ingresia d'hoje, o declamava, está para a Língua, como o cadáver em putrefação está para o corpo vivo.
E suspirava, condoído dos nossos destinos:
– Povo sem língua!... Não me sorri o futuro de Vera Cruz…
E não lhe objetassem que a língua é organismo vivo e que a temos a evoluir na boca do povo.
– Língua? Chama você língua á garabulha bordalenga que estampam periódicos?
Este voz do contestador, que Aldrovando trata por “você”, não é outro senão a do próprio Lobato.
No suposto diálogo não há um desenvolvimento desta ideia progressista; o discurso é assimétrico neste ponto do texto, com o predomínio do azedume e do purismo de Aldrovando.
Ao longo do texto, porém, Lobato se aproveita das situações embaraçosas da tentativa de militância de Aldrovando para demonstrar onde se pode perceber a evolução na língua portuguesa. O que me parece importante esclarecer na cena dramatizada é que Monteiro Lobato busca opor dois movimentos contrários, duas forças que atuam sobre o fenômeno linguístico: a evolução do idioma, promovida pelo “povo”; e o freio à evolução, defendido pelos Aldrovandos que existem por aí. Uma atitude está voltada para o presente da língua; a outra olha apenas e passivamente para o seu passado.
De acordo com a narrativa criada por Lobato, na sua fase de militância em defesa do vernáculo
convenhamos, um fato inegável é que Aldrovando se mostrou um estratego dos melhores, ainda que suas ideias tenham se perdido na relação dificultosa entre teoria e prática. Após seguidos insucessos, em que escreve ofícios ao Congresso, vira colunista de jornal, abre (vejam só!) um consultório gramatical, para cuidar da “grande enferma” (a língua), Aldrovando resolve, enfim, perambular pelas ruas, procurando “erros” de linguagem, para saná-los, a eles e a seus feitores. Nesta atitude inédita de um heroico gramático ambulante, Lobato cria uma cena bastante significativa para compreendermos a visão aguçada do autor sobre a diferença entre prescrição e descrição gramaticais, em que põe em destaque, de um lado, o papel da criatividade linguística do falante, e de outro a natureza da variação e da mudança linguística no diálogo travado entre Aldrovando e o ferreiro Serafim, de que o destino da língua pertence a seus usuários:
“– Chega de caraminholas, ó barata tonta”! Quem manda aqui, no serviço e na língua, sou eu.
E é ir andando, antes que eu o ferre com um bom par de ferros ingleses! ”
Ao diálogo antológico criado por Lobato entre o filólogo Aldrovando e ferreiro Serafim não há muito o que dizer, sob pena de só lhe tirar, sem nada acrescentar. Apenas fazemos uma ligeira observação, que visa descortinar mais uma faceta da ironia lobatiana, não explícita ao leitor. Note-se que o ferreiro se chama Serafim. Tinha no nome um quê de anjo, cuja raiz lexical é a mesmíssima do adjetivo carinhoso com que o rabugento Aldrovando se dirige ao seu mestre maior da língua lusa: “Ó meu seráfico Frei Luís”. Emendando o sarcasmo lobatiano, poder-se-ia dizer que, aos olhos daquele malsucedido “Agente da Saúde idiomática” devia parecer uma heresia, punível com morte à fogueira, verme abominável da gente de Sodoma e Gomorra, pudesse ter no nome qualquer relação com o cândido mundo habitado pelos anjos.
Concluindo
O colocador de pronomes demarca, de um lado, um momento de amadurecimento das ideias linguísticas de Monteiro Lobato.
A correspondência trocada pelo autor com Godofredo Rangel (em 1903 Godofredo, mudando para
Belenzinho onde alugou um chalé conheceu vários poetas entre eles Monteiro Lobato que logo se correspondiam).
Demonstra que os anos anteriores à redação de Negrinha foram uma época de crise intelectual para o autor. O autor, que buscava a forma adequada de abordar a questão da língua dentro da perspectiva da afirmação do Brasil como nação (do que decorre a abordagem reformadora da língua e da gramática que o autor busca propor com a produção do conto), ao mesmo tempo em que Lobato necessitava elaborar formalmente a sua própria expressão como literato.
Primeira formulação consistente do pensamento linguístico do escritor, a narrativa nos deixa perceber em Lobato um profundo conhecedor da realidade linguística brasileira, com um faro apurado para a compreensão do comum e do diferente nas encruzilhadas da constituição histórica nada lineares entre PE e PB. Obra de um homem para lá de multiface do; moderno, se não modernista; entusiasta do progresso; pensador das grandes questões culturais do país, da educação popular, pondo em primeiro plano a educação literária e linguística.
Significados
Alienígenos - Nascido em outro lugar; Seres de outros planetas.
Alveitar - Trabalho; Alveitaria.
Aldovandro CantaGalo = personagem principal
Aldo = Nome tem origem TEUTÔNICA e significa Nobre.
Vandro = vem do nome Evandro, significa homem valente, varonil. Tem origem grega.
Canta Galo = Significa Hora de despertar – entre 5 e 6 horas da manhã,momento em que canta o galo.Esse sobre nome tem origem portuguesa,dado a crianças que nasciam no fim da madrugada e começo da manhã.
Canta Galo = Significa Hora de despertar – entre 5 e 6 horas da manhã,momento em que canta o galo.Esse sobre nome tem origem portuguesa,dado a crianças que nasciam no fim da madrugada e começo da manhã.
Balbuciou – Ato de balbuciar, articular imperfeitamente e com hesitação. Abrir a boca com barulho ao indicar sono ou tédio. Espreguiçar.
Cambaias – cambaia s. f. Marn. Desabamento do muro das salinas.Cambaio adj.
1. De pernas tortas, geralmente metendo os joelhos para dentro. = CAMBÃO, CAMBO, ZAMBRO
2. Torto ou acalcanhado (ex.: sapatos cambaios).
Conspícuo - Aquele que é eminente, insigne, importante.
Delito – Crime,culpa,falta
Dísticos - é uma coisa boa.
Escrevente = É um substantivo de dois gêneros
Enfarruscados: Pessoa suja com carvão ou fuligem.
Estrepou = vem de estrepe e ou estrepar, significa; Ferir com estrepe; Prejudicar; Dar- se mal.
Que significa; quem copia o que outrem escreve
Ou dita; escriturário.
Flagrante – Manifesto patente. Diz-se do ato que a pessoa é surpreendida a praticar. Flagra.
Lampeira – Feminino de lampeiro ; significa "rápido", "despachado", "ligeiro", "ligeirinho", "espevitado", "vivo", "vivaço". é termo corrente no Norte de Portugal e na Galiza.
Lamma Sabachtani – Expressão bíblica, que significa por que me abandonaste? MT 27:46.
Palerma = é um adjetivo de dois gêneros
e um substantivo de dois gêneros.Que
Significa tolo.
Sapecado – (ato de sapecar) Surrado. Chamuscado. Pessoa levada, assanhada, muito namoradeira. Sapeca.
Seráfico - palavra relativa aos serafins;angélico, puro, etéreo.
Sobrecenhos: 1- Superfície da pele do rosto onde se acham as sobrancelhas. 2 - Carrancas, cenho, carantonha. 3 – Semblante sombrio. Pessoa apegada ao passado.
Mal o pilhou portas aquém -
Pilhou – Ato de pilhar, obter, alcançar, achar-se,ver-se ou ainda (saquear).
Prelibava – Gozava com antecipação ,alegrava-se ,libava-se,sorver,experimentar
Putrefação – Apodrecimento;Decomposição das matérias orgânicas pela ação das enzimas microbiana
Tufos – Porção de plantas, ou de flores, ou de penas, ou de pelos juntos. Pequeno monte. Saliência formada pelo tecido, num vestuário.
Vassuncê – você
Referências:
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/slp04/07.pdf 15/09/2010
http://lobato.globo.com/misc_bau.asp 01/11/2010
FERREIRA,Aurélio Buarque de Holanda. “Mini Aurélio:O Dicionário da Língua Portuguesa” .6ª EdIção Revista e Atualizada.Editora:Positivo.13ª Impressão,Curitiba,Julho de 2008.
ALMEIDA,João Ferreira de .Tradutor: “Biblia de Estudo Pentecostal antigo e Novo Testamento”.Revista e Corrigida.Edição de 1995.Editora:CPAD.Rio de Janeiro.RJ.Brasil.Página:1449.Mateus 27:46.
VINE,W. E. [EI AL]. “ Dicionário Vine”.Tradução:MACEDO,Luís Aron de . 3ª Edição.2003.Editora:CPAD.Rio de Janeiro,RJ.
Acesso dia 14/10/2010
http://www.cpad.com.br
http://www.duvida.net
http://dicionariorapido.com.br
http://falaresdanossalingua.blogspot.com/2007/08/lampeiro.html
http://www.significadodepalavras.com.br/alveitaria
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=cambaia
O COLOCADOR DE PRONOMES
PALAVRAS-CHAVE: História das ideias linguísticas
Dedico esse texto a toda turma de Letras 4ºsemestre 2010 da turma Anhanguera SJC
e a docente Regina Celli Santana Jardim, sabe tudo na ponta da língua.
Crescerá essa menina [a língua brasileira ou Brasilina], far-se-á moça mulher e
sentar-se-á um dia no trono ora ocupado por sua empertigada e conspícua mãe.
Imperará no Brasil inteiro – não como hoje, ás ocultas e medrosamente, mas ás
claras, de justiça e de direito; e não na língua falada apenas, mas na falada, na
escrita e na erudita. E a velha língua-mãe, que cá vige, mas não viça, abdicará de
vez em favor da filha espúria que hoje renega, e desconhece, e insulta como
corruptora da pureza importada.
Monteiro Lobato
Colocador de Pronomes
Monteiro Lobato apresenta ideias linguísticas bastante inovadoras no texto em questão. Para se perceber o aspecto de modernidade da narrativa, deve-se observar primeiro que O colocador de pronomes foi escrito em 1924, época em que os estudos linguísticos de tendência descritivista estruturalista estavam ainda em processo de formação. No conto, é possível perceber a influência que Lobato teve do pensamento linguístico desenvolvido ao longo de todo o século XIX, época em que os estudos linguísticos foram predominantemente históricos.
Numa passagem do texto, Monteiro Lobato demonstra conhecer de perto as teorias linguísticas dominantes em sua época. Trata-se da cena em que o autor simula um diálogo entre Aldrovando e um seu contestador. É aquele quem fala primeiro:
– A ingresia d'hoje, o declamava, está para a Língua, como o cadáver em putrefação está para o corpo vivo.
E suspirava, condoído dos nossos destinos:
– Povo sem língua!... Não me sorri o futuro de Vera Cruz…
E não lhe objetassem que a língua é organismo vivo e que a temos a evoluir na boca do povo.
– Língua? Chama você língua á garabulha bordalenga que estampam periódicos?
Este voz do contestador, que Aldrovando trata por “você”, não é outro senão a do próprio Lobato.
No suposto diálogo não há um desenvolvimento desta ideia progressista; o discurso é assimétrico neste ponto do texto, com o predomínio do azedume e do purismo de Aldrovando.
Ao longo do texto, porém, Lobato se aproveita das situações embaraçosas da tentativa de militância de Aldrovando para demonstrar onde se pode perceber a evolução na língua portuguesa. O que me parece importante esclarecer na cena dramatizada é que Monteiro Lobato busca opor dois movimentos contrários, duas forças que atuam sobre o fenômeno linguístico: a evolução do idioma, promovida pelo “povo”; e o freio à evolução, defendido pelos Aldrovandos que existem por aí. Uma atitude está voltada para o presente da língua; a outra olha apenas e passivamente para o seu passado.
De acordo com a narrativa criada por Lobato, na sua fase de militância em defesa do vernáculo
convenhamos, um fato inegável é que Aldrovando se mostrou um estratego dos melhores, ainda que suas ideias tenham se perdido na relação dificultosa entre teoria e prática. Após seguidos insucessos, em que escreve ofícios ao Congresso, vira colunista de jornal, abre (vejam só!) um consultório gramatical, para cuidar da “grande enferma” (a língua), Aldrovando resolve, enfim, perambular pelas ruas, procurando “erros” de linguagem, para saná-los, a eles e a seus feitores. Nesta atitude inédita de um heroico gramático ambulante, Lobato cria uma cena bastante significativa para compreendermos a visão aguçada do autor sobre a diferença entre prescrição e descrição gramaticais, em que põe em destaque, de um lado, o papel da criatividade linguística do falante, e de outro a natureza da variação e da mudança linguística no diálogo travado entre Aldrovando e o ferreiro Serafim, de que o destino da língua pertence a seus usuários:
“– Chega de caraminholas, ó barata tonta”! Quem manda aqui, no serviço e na língua, sou eu.
E é ir andando, antes que eu o ferre com um bom par de ferros ingleses! ”
Ao diálogo antológico criado por Lobato entre o filólogo Aldrovando e ferreiro Serafim não há muito o que dizer, sob pena de só lhe tirar, sem nada acrescentar. Apenas fazemos uma ligeira observação, que visa descortinar mais uma faceta da ironia lobatiana, não explícita ao leitor. Note-se que o ferreiro se chama Serafim. Tinha no nome um quê de anjo, cuja raiz lexical é a mesmíssima do adjetivo carinhoso com que o rabugento Aldrovando se dirige ao seu mestre maior da língua lusa: “Ó meu seráfico Frei Luís”. Emendando o sarcasmo lobatiano, poder-se-ia dizer que, aos olhos daquele malsucedido “Agente da Saúde idiomática” devia parecer uma heresia, punível com morte à fogueira, verme abominável da gente de Sodoma e Gomorra, pudesse ter no nome qualquer relação com o cândido mundo habitado pelos anjos.
Concluindo
O colocador de pronomes demarca, de um lado, um momento de amadurecimento das ideias linguísticas de Monteiro Lobato.
A correspondência trocada pelo autor com Godofredo Rangel (em 1903 Godofredo, mudando para
Belenzinho onde alugou um chalé conheceu vários poetas entre eles Monteiro Lobato que logo se correspondiam).
Demonstra que os anos anteriores à redação de Negrinha foram uma época de crise intelectual para o autor. O autor, que buscava a forma adequada de abordar a questão da língua dentro da perspectiva da afirmação do Brasil como nação (do que decorre a abordagem reformadora da língua e da gramática que o autor busca propor com a produção do conto), ao mesmo tempo em que Lobato necessitava elaborar formalmente a sua própria expressão como literato.
Primeira formulação consistente do pensamento linguístico do escritor, a narrativa nos deixa perceber em Lobato um profundo conhecedor da realidade linguística brasileira, com um faro apurado para a compreensão do comum e do diferente nas encruzilhadas da constituição histórica nada lineares entre PE e PB. Obra de um homem para lá de multiface do; moderno, se não modernista; entusiasta do progresso; pensador das grandes questões culturais do país, da educação popular, pondo em primeiro plano a educação literária e linguística.
Significados
Alienígenos - Nascido em outro lugar; Seres de outros planetas.
Alveitar - Trabalho; Alveitaria.
Aldovandro CantaGalo = personagem principal
Aldo = Nome tem origem TEUTÔNICA e significa Nobre.
Vandro = vem do nome Evandro, significa homem valente, varonil. Tem origem grega.
Canta Galo = Significa Hora de despertar – entre 5 e 6 horas da manhã,momento em que canta o galo.Esse sobre nome tem origem portuguesa,dado a crianças que nasciam no fim da madrugada e começo da manhã.
Canta Galo = Significa Hora de despertar – entre 5 e 6 horas da manhã,momento em que canta o galo.Esse sobre nome tem origem portuguesa,dado a crianças que nasciam no fim da madrugada e começo da manhã.
Balbuciou – Ato de balbuciar, articular imperfeitamente e com hesitação. Abrir a boca com barulho ao indicar sono ou tédio. Espreguiçar.
Cambaias – cambaia s. f. Marn. Desabamento do muro das salinas.Cambaio adj.
1. De pernas tortas, geralmente metendo os joelhos para dentro. = CAMBÃO, CAMBO, ZAMBRO
2. Torto ou acalcanhado (ex.: sapatos cambaios).
Conspícuo - Aquele que é eminente, insigne, importante.
Delito – Crime,culpa,falta
Dísticos - é uma coisa boa.
Escrevente = É um substantivo de dois gêneros
Enfarruscados: Pessoa suja com carvão ou fuligem.
Estrepou = vem de estrepe e ou estrepar, significa; Ferir com estrepe; Prejudicar; Dar- se mal.
Que significa; quem copia o que outrem escreve
Ou dita; escriturário.
Flagrante – Manifesto patente. Diz-se do ato que a pessoa é surpreendida a praticar. Flagra.
Lampeira – Feminino de lampeiro ; significa "rápido", "despachado", "ligeiro", "ligeirinho", "espevitado", "vivo", "vivaço". é termo corrente no Norte de Portugal e na Galiza.
Lamma Sabachtani – Expressão bíblica, que significa por que me abandonaste? MT 27:46.
Palerma = é um adjetivo de dois gêneros
e um substantivo de dois gêneros.Que
Significa tolo.
Sapecado – (ato de sapecar) Surrado. Chamuscado. Pessoa levada, assanhada, muito namoradeira. Sapeca.
Seráfico - palavra relativa aos serafins;angélico, puro, etéreo.
Sobrecenhos: 1- Superfície da pele do rosto onde se acham as sobrancelhas. 2 - Carrancas, cenho, carantonha. 3 – Semblante sombrio. Pessoa apegada ao passado.
Mal o pilhou portas aquém -
Pilhou – Ato de pilhar, obter, alcançar, achar-se,ver-se ou ainda (saquear).
Prelibava – Gozava com antecipação ,alegrava-se ,libava-se,sorver,experimentar
Putrefação – Apodrecimento;Decomposição das matérias orgânicas pela ação das enzimas microbiana
Tufos – Porção de plantas, ou de flores, ou de penas, ou de pelos juntos. Pequeno monte. Saliência formada pelo tecido, num vestuário.
Vassuncê – você
Referências:
http://www.fflch.usp.br/dlcv/lport/pdf/slp04/07.pdf 15/09/2010
http://lobato.globo.com/misc_bau.asp 01/11/2010
FERREIRA,Aurélio Buarque de Holanda. “Mini Aurélio:O Dicionário da Língua Portuguesa” .6ª EdIção Revista e Atualizada.Editora:Positivo.13ª Impressão,Curitiba,Julho de 2008.
ALMEIDA,João Ferreira de .Tradutor: “Biblia de Estudo Pentecostal antigo e Novo Testamento”.Revista e Corrigida.Edição de 1995.Editora:CPAD.Rio de Janeiro.RJ.Brasil.Página:1449.Mateus 27:46.
VINE,W. E. [EI AL]. “ Dicionário Vine”.Tradução:MACEDO,Luís Aron de . 3ª Edição.2003.Editora:CPAD.Rio de Janeiro,RJ.
Acesso dia 14/10/2010
http://www.cpad.com.br
http://www.duvida.net
http://dicionariorapido.com.br
http://falaresdanossalingua.blogspot.com/2007/08/lampeiro.html
http://www.significadodepalavras.com.br/alveitaria
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=cambaia
Nenhum comentário:
Postar um comentário