ANHANGUERA EDUCACIONAL
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
SEQUENCIA DIDÁTICA
CLÁUDIA HELENA PEDROSA
Trabalho apresentado à Disciplina de Práticas pedagógicas, Curso de Graduação em Letras.
Professora: Luciane Alvarenga Santa Bárbara
São José dos Campos
2009
ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO.........................................................................
2. JUSTIFICATIVA.......................................................................
3. OBJETIVOS.............................................................................
3.1. OBJETIVO GERAL...............................................................
3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS.................................................
4. CONTEÚDO..............................................................................
5. DESENVOLVIMENTO..............................................................
6. MATERIAL A SER UTILIZADO...............................................
7. AVALIAÇÃO............................................................................
8. CONCLUSÃO...........................................................................
9. REFERÊNCIAS........................................................................
10. Anexo/ Apêndice................................................................8,21
Eixo de trabalho: Língua Portuguesa
Gênero Textual
Faixa etária: Ensino fundamental II
Duração: 150 minutos
1. INTRODUÇÃO
No mundo globalizado em que vivemos o rádio, a televisão, os jornais e outros tipos de periódicos, enfim, a “mídia”, tem papel fundamental como formador de opinião, quer seja por estar apenas apresentando alguma informação ou por tentar manipular essa informação, utilizando-se de argumentações persuasivas, fazendo com que a massa, ou certo grupo de pessoas, mude o seu jeito de pensar, agir, vestir e até o que comprar comer e aonde ir.
Estudaremos a seguir os Gêneros Textuais, sendo mais específico no Gênero Propaganda, porém para isso é necessário antes de qualquer coisa, estudar os elementos da comunicação e linguagem.
2. JUSTIFICATIVA
Neste gênero explicativo o aluno será explorado para identificar os elementos da comunicação e irão entender que quando alguém redige uma notícia é porque sabe que muitos vão vê-la e entenderão a função da linguagem.
Será explorada a publicidade do dia a dia, a qual identifica-se realmente qual o publico alvo das mensagens de rádio e TV e o canal utilizado.
3. OBJETIVOS
3.1. OBJETIVO GERAL
Desenvolver uma aula de Língua Portuguesa para alunos que cursam de 7ª e 8ª serie do ensino fundamental ciclo II.
3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
3.2.1. Identificar a estrutura do gênero;
3.2.2. Identificar os elementos da comunicação;
3.2.3. Analisar a linguagem de comunicação;
3.2.4. Analisar a sequência descritiva (com o objetivo de fazer crer, argumentos utilizados para persuadir). Anexo 1
4. CONTEÚDO
Estrutura da Comunicação, Elementos da Comunicação, Funções da Linguagem, Gêneros Textuais, Gênero Textual Propaganda e Tipos de Propaganda.
5. DESENVOLVIMENTO
5.1. Ver e ouvir a propaganda através do rádio e televisão;
5.2. Identificar o Gênero Textual e para quem é destinada a mensagem;
5.3. Expressar o que se entendeu da mensagem;
5.4. Elencar outros elementos da linguagem que poderiam melhorar o entendimento da mensagem e consequentemente o seu poder de persuasão;
5.5. Acompanhar todos os passos da aula por meio de apostila específica.
Apêndice 1(apostila)
6. MATERIAL A SER UTILIZADO
6.1. Multimídia;
6.2. Quadro;
6.3. Pincel ou giz.
7. AVALIAÇÃO
A avaliação será de maneira diagnóstica e contínua.
As propostas de avaliação, além da correção do conteúdo, devem oferecer um diagnóstico amplo do processo de ensino-aprendizagem é um estímulo aos alunos para que possam analisar o próprio desenvolvimento.
8. CONCLUSÃO
Os gêneros são uma forma natural nos quais usamos a linguagem oral e escrita para nos comunicar. Não é possível nos comunicarmos (mesmo falando um simples bom dia) sem utilizar o gênero textual. Os gêneros são utilizados nas situações formais, informais, orais e escritos. Os informais não são de ensino e aprendizagem na escola, é de uso diário, podem ser orais ou escritos.
Neste projeto de ensino SEQUENCIA PEDAGÓGICA foi desenvolvido o gênero explicativo que será uma propaganda de um produto que será lançado no mercado apresentado em data show.
A comunicação nem sempre precisa ser oral ou escrita.
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CIPRO, Neto Pasquale e INFANTE, Ulisses. Gramática da língua portuguesa. São Paulo:
Scipione. 2008. CEREJA, William Roberto e MAGALHÃES, Thereza Cochar. 16/08/2009
João Domingues Maia. Serie ensino medio, volume único ,editora Ática, 2000,pg 12-29. 05/09/2009
SCHNEUWLY, B. e DOLZ, J. Gêneros Orais e Escritos na Escola. Tradução e organização: Rojo, Roxane e Cordeiro, Glaís Sales. Campinas - SP. Editora, Mercado das Letras, 2004. 21/08/2009
Revista de quem educa: NOVA ESCOLA, como trabalhar com gêneros, agosto 2009 XXIV. 24/08/2009
http://ppgav.ceart.udesc.br/ciclo1/gloria_artigo.pdf20/08/2009
http://www.lai.su.se/gallery/bilagor/SRoLAS_No2_2007_pp11-25_Lara.pdf 05/09/2009.
Anexo1 /Apêndice 1
UNI- ANHANGUERA EDUCACIONAL S/A
LINGUA PORTUGUESA
GÊNEROS ORAIS E ESCRITOS NA ESCOLA,
LINGUAGUEM E FUNÇÃO DA COMUNICAÇÃO
APOSTILA DO ALUNO
Elaborado por Cláudia Helena Pedrosa, Lúcio Flávio da silva
do 2° semestre do curso de Letras sob a orientação da
Profª Luciene como parte dos requisitos para
o cumprimento da disciplina de Teorias da Aprendizagem.
São José dos Campos
Outubro 2009
Anexo 1
Curiosidade (persuadir)
Como desenvolver a persuasão?
Em primeiro lugar é preciso apresentar uma definição para persuasão e também fazer uma distinção entre persuadir e convencer.
A palavra persuadir vem do latim “Persuadere”, que significa aconselhar ou “levar a uma opinião”. Já o termo “convencer”, é derivado de a palavra vencer, o que nos leva a concluir que a pessoa convencida foi antes de tudo “vencida” por uma argumentação.
A pessoa convencida pode ou não agir de acordo com as idéias de quem lhe convenceu. Por outro lado, quem foi persuadido, mesmo não concordando inteiramente com seu persuasor, acaba fazendo o que este lhe pediu, de livre e espontânea vontade.
Portanto, essencialmente, a persuasão é a capacidade de fazer alguém agir, usando algum tipo de comunicação. A persuasão apela para a vontade e para as emoções das pessoas, enquanto que o convencimento apela à inteligência e à razão.
Assim, para persuadirmos alguém, devemos procurar conquistar esta pessoa utilizando uma comunicação agradável com um relacionamento de empatia, e ao mesmo tempo apelando sempre para suas emoções e sua vontade.
Quais são as principais técnicas para tornar-se persuasivo?
Aristóteles, que definia a retórica como “a arte de descobrir o que há de persuasivo em cada assunto”, nos mostra três caminhos para a persuasão no capítulo II de seu livro, Arte Retórica. Segundo ele, devemos apelar para a Vontade das pessoas, depois para a Sensibilidade e por último para sua Inteligência. Existem pessoas que se guiam mais pela vontade, outras pela sensibilidade e algumas pela razão e inteligência. Portanto, ele defende que devemos apelar paras os três aspectos da psicologia humana, dando ênfase naquele em que a pessoa for mais influenciável.
Apêndice
Elementos da comunicação
Um texto é uma forma de comunicação que coloca em relação um emissor (QUE FALA OU ESCREVE) e um receptor (ouvinte ou leitor).
Observe os elementos de comunicação e em que consiste:
• Emissor: Toma a iniciativa de enviar a mensagem. Pode ser individual ou coletivo.
• Receptor: Recebe uma mensagem e pode torna-se em seguida também um emissor (resposta). Pode ser individual ou coletivo, ouvinte ou leitor
• Mensagem: É o conteúdo da informação transmitida. Mais especificamente, o conjunto de signos bem organizados ou não, mais claros ou menos claros, que o emissor “envia” ao receptor. (sons da fala, imagem gráfica, desenho) e um significado (ideia, conceito, imagem mental)
• Canal: É o meio que possibilita a transmissão da mensagem. Canal visual: desenhos, imagens fixas ou animadas, escritas etc. Canal sonoro: fala, musica ruídos etc.
• Código: É a linguagem verbal ou não verbal utilizada. Mais especificamente, um conjunto de signos e de regras de comunicação desses signos, que o emissor e o receptor devem conhecer muito bem para se comunicarem com eficiência.
• Referente: Os objetivos ao qual a mensagem remete. (ou contexto) = O assunto do qual se trata a mensagem.
Para que haja comunicação, é preciso que o emissor e o receptor utilizem um código conhecido por ambos. A língua é esse código. Esse código chama palavras com sua regras combinadas (lugar na frase, seleção das palavras, concordância, regência, etc.).
Há diferença quando falamos e como escrevemos. Portanto, existe um código oral e um código escrito.
Código é um conjunto de signos e de regras de comunicação destes signos, que no possibilita criar os elementos de significação. Ex: (os emotions icons = ícones de emoção)
: ´-* [:-)
Função da linguagem
Os textos orais ou escritos buscam sempre um efeito sobre o receptor:
• Informá-lo;
• Dar-lhe conselho;
• Convencê-lo;
• Provocar - lhe emoções;
• Provocar prazer;
Isso nos permite classificar os textos com base em certas características que eles possuem e que destacam um elemento donominante na comunicação: O referente, código, emissor, receptor, mensagem.
Conforme o efeito pretendido, um dos elementos da comunicação será sempre mais enfatizado do que os outros. Conclui- se uma função de linguagem predominante:
Função referencial: Ocorre toda vez que a mensagem faz referencia a acontecimentos, fatos, pessoas, animais ou coisas, com objetivo de transmitir informações: O tempo amanhã será nublado com melhoria no fim do período.
Função emotiva ou expressiva: Está centrada no emissor, na 1ª pessoa (eu). Expressa os sentimentos de quem fala em relação aquilo de que está falando: Estou muito feliz!
Função conativa: Está centrada na 2ª pessoa (tu). É dirigida ao receptor com objetivo de influenciar-lo a fazer alguma coisa. Exprime-se através do vocativo e do imperativo: Não deixe de ver aquele filme amanhã!
Função fática: Ocorre quando o emissor deseja verificar se o canal de comunicação está funcionando, ou se ele, emissor, está sendo compreendido: “Alô...” – Entenderam?
E também “a função empregada quando, no decorrer de uma conversa, emitimos sons como:” Hein. “Hum- Hum”.
Função metalinguistica: Toda mensagem que fala sobre apropria linguagem é metalingüística. Metalinguagem é, portanto, a linguagem sobre a linguagem , a utilização da linguagem em referencia ao próprio código, para esclarece –lo , ou ensiná --lo a alguém.
Função poética: A função poética realça a elaboração da mensagem e caracteriza-se pela criatividade de linguagem. Percebe-se um cuidado especial na organização da mensagem através da exploração das figuras de linguagens, do ritmo, das sonoridades e da polissemia (= variação de significados) das palavras como no poema a seguir:
Girafas
africanas
como meus avós
ver o mundo
tão alto
como vós
Conceitos
Texto é uma seqüência verbal (palavras), oral ou escrita, que forma um todo que tem sentido para um determinado grupo de pessoas em uma determinada situação. O texto pode ter uma extensão variável: uma palavra, uma frase ou um conjunto maior de enunciados, mas ele obrigatoriamente necessita de um contexto significativo para existir. Seu nível de linguagem pode ser formal, coloquial, informal, técnico.
Textualidade é um conjunto de características que fazem com que um texto seja considerado como tal, e não como um amontoado de palavras e frases.
Tipos textuais referem-se à estrutura composicional do texto.
Admitem-se cinco tipos textuais:
• Narrar;
• Relatar,
• Argumentar,
• Expor,
• Descrever ações.
Bons exemplos desse tipo de texto são as propagandas de rádio e TV.
É muito importante não confundir tipo textual com gênero textual. Os gêneros textuais são praticamente infinitos. Alguns exemplos de gêneros textuais são carta, bilhete, aula, conferência, e-mail, artigos, entrevistas, discurso etc.
Nos estudos da Literatura, temos, por exemplo, poesia, crônicas, contos, prosa, etc. Os gêneros textuais englobam estes e todos os textos produzidos por usuários de uma língua.
Não importa qual o gênero, todo texto pode ser analisado sob três características:
• O assunto: o que pode ser dito através daquele gênero;
• O estilo: as palavras, expressões, frases selecionadas e o modo de organizá-las;
• O formato: a estrutura em que cada agrupamento textual é apresentado.
GÊNEROS ORAIS E ESCRITOS NA ESCOLA
Domínios sociais de comunicação Aspectos tipológicos Capacidade de linguagem dominantes Exemplo de gêneros orais e escritos
Cultura Literária Ficcional Narrar Mimeses de ação através da criação da intriga no dominio do verossimil Conto Maravilhoso, Conto de Fadas, fábula, lenda, narrativa de aventura, narrativa de ficção cientifica, historia engraçada, biografia romanceada, romance, romance histórico, novela fantástica, conto, crônica literária, adivinha, piada
Documentação e memorização das ações humana Relatar descritivo Representação pelo discurso de experiências vividas , situadas no tempo Relato de experiência vivida, relato de viagem, diário íntimo, testemunho, anedota ou caso, autobiografia, curriculum vitae, noticia, reportagem, crônica social, crônica esportiva, histórico, relato histórico, ensaio ou perfil biográfico, biografia
Discussão de problemas sociais controversos Argumentar Sustentação, refutação e negociação de tomadas de posição Textos de opinião, diálogo argumentativo, carta de leitor, carta de solicitação, deliberação informal, debate regrado, assembléia, discurso de defesa(advocacia), discurso de acusação (advocacia), resenha critica, artigos de opinião ou assinados, editorial, ensaio
Transmissão e construção de saberes Expor explicativo Apresentação textual de diferentes formas dos saberes Texto expositivo, exposição oral, seminário, conferência, comunicação oral, palestra, entrevista de especialista, verbete, artigo enciclopédico, texto explicativo, tomada de notas, resumo de textos expositivos e explicativos, resenha, relatório científico, relatório oral de experiência
Instruções e prescrições Descrever ações injuntivo-instrucional Regulação mútua de comportamentos Instruções de montagem, receita, regulamento, regras de jogo, instruções de uso, comandos diversos, textos prescritivos
Tipo de texto
Os textos variam conforme as intenções do autor, podendo ser narrativo, descritivo, informativo, argumentativo, ou injuntivo. Raramente um texto é construído com as características de um só tipo. O mais comum é encontrarmos os vários tipos em um só Texto.
• Texto narrativo: relata fatos e acontecimentos, reais ou imaginários, situados no tempo. A narração é um dos gêneros literários mais fecundos, portanto, há atualmente diversos tipos de textos narrativos que comumente são produzidos e lidos por pessoas de todo o mundo.
• Texto descritivo: representa objetos e personagens que participam do texto narrativo, que se prende aos detalhes, valoriza as mínimas coisas. Por exemplo: "Aquela casinha linda, de janelas pequenas, telhado baixinho... Na árvore que ficava em frente à varanda havia uma rede preguiçosa, sob a mangueira florida...."
• Texto informativo (ou explicativo): o texto informativo deve ter uma língua objetiva não se confunde com os textos de natureza artística ou literária. É o texto de imprensa, do professor, dos relatórios técnicos ou científicos. Procura transmitir conhecimentos e analisar um fenômeno ou uma teoria, prestando-se ao uso didático.
Exemplos:
- Manuais escolares (científicos)
- Textos explicativos
- Textos didáticos
- Problemas
- Propostas de resolução
- Justificações
• Texto argumentativo: o objetivo destes textos é convencer os interlocutores,justificar ou refutar opiniões. Têm intenção de agir sobre o destinatário do discurso, para reforçar ou alterar o seu comportamento. Caracterizam-se pela apresentação de uma opinião, uma defesa ou uma contestação e pela exposição de argumentos a favor ou contra uma tese.
• Texto injuntivo-instrucional - Tem como objetivo controlar o comportamento do destinatário – é textos que incitam á ação, impõem regras ou fornecem instruções e indicações para a realização de um trabalho ou a utilização correta de instrumentos.
Exemplos:
- Instruções de uso
- Instruções de montagem
- Regras de utilização
- Leis
- Receitas de culinária
- Guias
- Regras de trânsito
- Obrigações a cumprir
- Normas de conduta
Atividades:
Agora responda as questões, relativa a propaganda:
1) Quem é o emissor?
R.
2) Quem é o receptor (publico alvo)?
R.
3) O que é uma mensagem?
R.
4) Foi utilizado signos para a transmitir a mensagem. Quais?
R.
5) Qual é o genero que você identifica na propaganda?
R.
6) Qual é a função da linguagem utilizada na mensagem da propaganda?
R.
7) Com sua palavras identifique qual é o elemento de comunicaçaõ da imagem e a função utilizada :
Cruz Vermelha distribui pão a refugiados albaneses no Kosovo
R.
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso, existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
Fernando Pessoa
Respostas:
Exercícios para alunos
Agora responda as questões, relativa a propaganda:
2) Quem é o emissor?
R. O locutor da propaganda de tv e radio.
2) Quem é o receptor (publico alvo)?
R. Os praticantes de atividade fisica ( endurance, natação, ciclistas,triaton).
3) O que é uma mensagem?
R. É o conteúdo da informação transmitida.
4) Foi utilizado signo para a transmitir a mensagem. Quais?
R. son da fala e imagem.
5) Qual é o genero que você identifica na propaganda?
R.Explicativo
6) Qual é a função da linguagem utilizada na mensagem da propaganda?
R. Função conativa, expressa um apelo
7) Com sua palavras identifique qual é o elemento de comunicaçaõ da imagem e a função utilizada :
Ex:
Canal, possibilita a transmissão da mensagem. Canal visual: imagens fixa( foto)
Função referencial: referencia a acontecimentos,
Cruz Vermelha distribui pão a refugiados albaneses no Kosovo
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“Se és capaz de aceitar seus alunos como são, em sua realidade social, humana e cultural; se os leva a superar suas dificuldades, limitações ou fracassos, sem humilhações, sem inúteis frustrações; se os estimulas a emitir opiniões, mesmo se contrárias às suas; se te emocionas com a visão de tantas criaturas que de ti dependem para desabrochar em consciência, criatividade, liberdade e responsabilidade.
Então podes dizer: sou mestre.” (Rui Barbosa)
sábado, 25 de dezembro de 2010
GÊNERO TEXTUAL
FORMADA EM LETRAS, Técnica em Nutrição, Amo cuidar de meus filhos e marido, receber pessoas em minha casa, sou proativa, eu detesto mentiras.
Eu tenho muito carinho e amo ensinar os alunos. Sem amor não se educa, e sem amor não se aprende! O amor é a escência da sabedoria.
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